A oposição de Gongogi protagonizou mais um episódio digno do quadro “não verificamos, mas compartilhamos”. Nesta segunda-feira, equipes responsáveis estiveram no prédio da Prefeitura realizando a instalação dos equipamentos e a preparação do sistema para a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN).
Após a instalação, um representante do órgão de segurança responsável pelo serviço compareceu ao local para realizar os procedimentos técnicos de liberação e validação do sistema. Uma etapa normal e necessária para garantir que tudo funcione corretamente.
Mas bastou a presença do profissional para a criatividade entrar em campo. Pessoas ligadas à oposição começaram a fotografar, filmar e divulgar nos grupos de WhatsApp que a polícia estaria realizando uma suposta “vistoria de documentos falsos”. A informação é falsa.
Enquanto alguns tentavam fabricar um escândalo, a Prefeitura estava trabalhando para entregar um novo serviço à população. Com o funcionamento do posto, os gongogienses não precisarão mais viajar para outras cidades para solicitar a nova identidade. O atendimento será realizado no próprio município, trazendo mais comodidade, economia e respeito aos cidadãos.
Vale lembrar que compartilhar uma informação sem verificar já é irresponsabilidade. Inventar ou divulgar conscientemente uma acusação falsa pode gerar responsabilização civil e criminal, especialmente quando atribui falsamente a alguém a prática de um crime. O Código Penal prevê punição também para quem, sabendo que uma acusação é falsa, ajuda a espalhá-la. Código Penal, art. 138
No fim das contas, não havia operação, apreensão nem documento falso. Havia apenas a instalação de um serviço importante para Gongogi — e uma oposição que, na pressa de criar uma narrativa, terminou emitindo o único documento que ninguém pediu: o atestado de vexame.
A nova Carteira de Identidade Nacional utiliza o CPF como número único, possui validade em todo o país e amplia a segurança dos dados do cidadão. Governo Federal